Chá da tarde/Afternoon Tea com as amigas

Olá !!!

Primeiramente Feliz Ano Novo para todas e todos!!!Um 2018 cheio de empatia, saúde e compaixão!!

Então, gostaria dedicar o meu primeiro post de 2018 à amizade! Sobre a importância de ter amigas/ amigxs; zelar por eles; sair com eles!.

Encontrar com essas pessoas-cruciais e fundamentais em nossas vidas-é como respirar um ar mais puro, um aconchego no coração e um carinho em nossa alma. É vital!

Sair com eles e elas é um alento e dá um fôlego em nosso dia-a-dia. Então, um desejo que tenho para mim e para cada um de vocês é dar prioridade a esses momentos em 2018. Planeje, saia do virtual.

Aqui em Houston tenho poucas mas grandes amigas. E procuramos sair juntas, só nós, sempre quando dá e honestamente não é sempre que dá. Mas pelo menos uma vez a cada trimestre saímos. E tentamos fazer desse momento algo especial, aconchegante ou chic -ou todas as opções acima.

Hoje escolhemos ser chics 🙂 e ir num hotel 5 estrelas tomar um chá da tarde. Foi tão bom! Eles oferecem esses serviços de afternoon tea durante a semana ou brunch aos domingos. É caro, mas é muito especial e elegante. Super indico fazer umas gracinhas dessas quando der.

Geralmente para brunch ou chá da tarde escolhemos o Hotel Granduca, em Houston. É bem elegante e o Restaurante italiano Cavour tem um acervo de porcelanas maravilhosas! Lembra muito um chá de bonecas quando a gente é criança ou esses de novela! 🤣🤣. É necessário fazer a reserva previamente.

Deixo aqui algumas fotos do chá mega especial de hoje 😉

Seja em Houston, NYC, Belo Horizonte, Manaus, Londres… encontre um lugar especial para encontros com suas amigas ou amigos! E que seja uma vez pircano, vale muito a pena 😉

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Quem foi que disse que meu cabelo é ruim?

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Antes de mencionar no blog ou citar qualquer produto de cabelo, preciso explicar a minha saga capilar.

Tenho muito cabelo…fios grossos e crespos. Para a minha alegria, minha irmã também compartilha da mesma carga genética. Digo alegria pois crescer com as mechas crespas na década de 1980 não foi fácil…(no século XXI temos princesas de todas as cores, corpos e cabelos…).

E ter a minha irmã ao meu lado foi muito importante. Adiante vocês vão entender o porquê.

Durante nossa infância, pessoas super queridas se encarregavam da tarefa de colocar defeitos em nosso cabelo e fazer com que acreditássemos que os fiosinhos que nasciam em nossas cabeças eram ruins e não prestavam.

Na escola…enfim…na escola a situação era ainda muito pior. Para conseguir lidar com o “problema” o lance era cortar, alisar ou prender em coques bem dos covardes. O caminho nunca foi o de assumir.

Acredito que as pessoas que criticavam não faziam isso por ser más propriamente.  Faziam por falta de informação, por preconceito ou por ignorância. Hoje eu consigo compreender.

Passávamos horas no salão fazendo alisamento,escova (hoje fala-se relaxamento) e lá muito dinheiro era gasto também. Pouco tempo depois, a raíz do cabelo estava enorme e super “alta”. Mas na época ainda não atentávamos que a raíz do problema era nada menos que a aceitação.

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Tentávamos todos os banhos de creme possíveis! Minha princesa favorita era a Rapunzel e a boneca, a Barbie… Muitas brincandeiras envolviam “cabelos de mentira” como forros de mesa. Os mais longos e pesados eram nossos preferidos.

O tempo foi passando e minha irmã, sempre mais astuta, começou a  fazer o relaxamento ela mesma. Super corajosa pois é um processo químico sério. Lia os rótulos de tudo. Sabia o que podia e o que não podia passar nas mechas capilares. Não é à toa que hoje ela é farmacêutica e bioquímica, das melhores!. Minha mãe também ajudava demais arrumando nosso cabelo, com rolinhos 🙂

Como eu não podia ficar para trás (pois era bem oneroso manter minhas madeixas só nas graças do salão) segui os passos da minha irmã querida e me tornei, digamos, independente.  E foi aí que liguei o mode da aceitação. Mas confesso que estou nesse processo há um bom tempo… (Convenhamos que reverter o que você escuta por toda a sua vida não é fácil).

Testo muitos produtos de tratamento e hidratação capilar. Mas antes de comprá-los leio os rótulos, a-na-li-so cada ingrediente. Compro o melhor que posso.

Hoje, acho digno fazer relaxamento e usar chapinha mas não para negar ou anular o que eu tenho mas por puro prazer de ter essa opção. A liberdade de usá-lo crespo existe e faço uso dela na hora que eu me sinto no clima.

Tirei duas lições desta minha odisséia: assumir que ter algo que não é aceito pela sociedade é muito, muito doloroso. Por isso, sempre repenso ao ver situações em que a “maioria” concorda. A tentativa de estar na vanguarda dói, mas também liberta.

A outra lição é a de que crianças sabem o que elas são por meio do que escutam ao seu respeito. Se escuta que é inteligente e bondosa, a tendência é que ela seja inteligente e bondosa. Se escuta que é terrível e que “não presta”, vai acreditar exatamente nessa “verdade”.

Então, como adulta tento ser exatamente o contrário do que alguns adultos foram para mim. E fico surpresa ao perceber que, de forma inversa, eles me ajudaram como pessoa. E sou grata por isso.

Cada um tem suas próprias sagas. … Algumas mulheres buscam o corretivo perfeito para tampar as olheiras; roupas miraculosas que disfarçam a gordurinha em excesso ou a falta de altura. Outras evitam saias ou shorts para não mostrar as varizes precoces.

A gente está sempre a procura de algo que esconda o que não é aceito. Mas isso é como um verme que corrói a auto-estima. E como todo verme, precisa ser eliminado.

Quando estou nas minhas recaídas capilares, visto a carapuça de Pollyana e agradeço a Deus por ter cabelo e vejo que minhas reclamaçõezinhas realmente merecem o diminutivo.

P.s muito importante:  Em 2013, minha irmã deixou tudo o que era química de lado e vestiu a camisa da aceitação e do amor próprio! Há dois anos  o cabelo dela é um afro lindooooo cheio de cachinhos, livre e leve, como deve ser.

Por Ingrid Furtado

(desculpem-me pelo post tão longo!)

Ingrid Furtado Favicon

*Posted 19 June 2012
*The images of this post are from Disney-Pixar/Movie Brave. As imagens deste post pertecem à Disney-Pixar-/Filme Brave.

Azeite para tirar maquiagem…E muito mais!

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Hoje vou contar um pouquinho sobre um dos produtos “cosméticos” (e comestíveis )  que mais gosto ou que estou no processo de “experimentação”.

Vou começar pelo mais simples de todos e um dos mais antigos da história da beleza: oazeite de oliva.

Pois é…com tantas opções, o azeite ocupa sim a minha lista de preferidos.

A oliveira é destaque na Bíblia, na mitologia grega, romana e egípcia e  é tida como uma das árvores mais resistentes da natureza cujas  raízes retorcidas podem alcançar até seis metros.

 Com suas folhas eram feitas coroas para os vencedores da antiguidade e o oléo  era vastamente usado  em manifestações culturais, medicinais e gastronômicas.

Não é a toa que para uma árvore tão importante ninguém menos que Atena, deusa da Sabedoria, foi a responsável por criá-la, conta a mitologia grega.

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Uso  rímel quase sempre e delineador também. Por isso uma boa limpeza na hora de dormir é fundamental. Para piorar, sou super desastrada com pinturas nos olhos. Coço, borro e preciso usar algo que limpe fácil e que não deixe resíduos depois. Detesto acordar no outro dia com o olho de quem-saiu-pra-balada-e-não-limpou. Tentei várias marcas de demaquilantes mas o MELHOR foi o bom e velho azeite. É importante que seja extra-virgem e de boa qualidade.

Como eu faço: Comprei uma garrafinha do tamanho de novalgina no Mercado Central (em BH, Minas Gerais) e enchi com azeite. Deixo no meu banheiro. Quando preciso tirar a maquiagem dos olhos, pego um cotonete e pingo uma gotinha do oléo. Dou uma esfragadinha de leve na pálpebra e a maquiagem se esvai.  Olha a foto logo abaixo.

Prós: o produto é bem eficiente e não custa nada praticamente. Uma garrafinha dessas dura muito. Além disso, é acessível a praticamente todo mundo 🙂

Contras: Honestamente, ainda não descobri. E olha que minha pele é oleosa (veja logo no fim deste post a explicação)

Esse líquido tão precisoso tem lugar cativo no meu  kit de maquiagem/limpeza. Amo azeite em todos os sentidos.  Um presente dos deuses…literalmente!

Se vcs tiveram mais sugestões de produtos naturais para tirar a danada da maquiagem dos olhos comenta aí!

Cheiro(updated): recebi algumas perguntas a respeito do cheiro do azeite na pele. Gente, nao fica com cheiro ruim nao. Pois o cotonete absorve muito do oleo e sai somente o suficiente na palpebra. E depois disso,  lavo meu rosto normalmente (para tirar o resto da maquiagem 🙂 Entao, o azeite serve apenas como um solvente pre-lavagem!

P.s: Preciso dizer que minha pele é oleosa, mas uso tão pouquinho de azeite que isso se torna irrelevante. E mesmo se houver excesso, esse extra se concentra na área dos olhos e pé-de-galinha… região que precisa de um emoliente extra.

No lugar do azeite já usei oléo de uva (mas oléo de verdade, de cozinha mesmo. Não é desses roxinhos que a gente compra em drogarias não!) e também de girassol. Gostei de todos. 🙂

Ingrid Furtado Favicon

*Posted 28 June 2012